Gastronomia e Cidades do Mundo

Musa Mick Lager num almoço de Domingo

Musa Mick Lager num almoço de Domingo


Na garrafa lê-se:

“ESTA CERVEJA PROPORCIONA SATISFAÇÃO. É FRESCA, BEBE-SE NO INFERNO E ATÉ SUSCITA SIMPATIA PELO DIABO. ÀS VEZES O CERVEJEIRO CONSEGUE O QUE QUER.”

Era de uma lager fresca que precisava para acompanhar um bom bife de vaca condimentado por grão de pimenta e mostarda. Num Domingo soalheiro regado de uma preguiça característica de fim de semana, o almoço precisava de uma boa bebida. Da safra da última ida ao Continente resolvi experimentar a “Mick Lager” fabricada pela “Musa“.

Após dois dias de frigorífico já devia estar mais que no ponto para acompanhar a refeição.

Não houve grande pesquisa sobre qual o melhor copo para servir, mas fui para o que uso por omissão. É um “Goblet” apesar de neste caso, visto que é uma “ligth lager”, devia ter usado um “Caldereta”. Costumo usar a cábula do lado para me guiar.

Ao verter, a cor amarela alaranjada é coberta por uma camada espessa de espuma. A expetativa é grande em relação aos aromas. Ao primeiro sniff aparece o aroma a relva com o lúpulo misturado.

Fonte: http://blogcervejastore.com/diagrama-dos-copos/

Não é forte mas é agradável e dentro do que se esperava. A espuma branca tem alguma persistência e consistência.

Quanto ao sabor, sente-se a amargura do lúpulo (25 IBU) com o malte como fundo. Tem pouca persistência na boca e não se pode dizer que provoque grande excitação nas papilas.

Em resumo, é uma “lager” leve com um teor de álcool (4,5%) que nos permite beber sentados sem receio de quando nos formos levantar. É ótima para o Verão apesar de aconselhá-la mais para acompanhar um marisco do que o bife condimentado do meu almoço.

Da próxima vez, hei-de experimentar com o copo correto e fazer uma comparação de aromas.

Rematando com o comentário ao texto da garrafa: talvez um pouco exagerado… em relação à simpatia pelo diabo.

 



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