Gastronomia e Cidades do Mundo

Milão, onde comer? Os restaurantes a não perder.

Milão, onde comer? Os restaurantes a não perder.

Milão é uma cidade europeia onde existe todo o tipo de comida, como em qualquer outra. Desde os hambúrgueres, vegetariano, massas, peixe, passando por imensa comida até pelas pizzas, as quais não sou muito fã. Ups, em Itália e não ser fã de pizzas é grave… ou não! Há tantas variedade de restaurantes que não me provocou qualquer transtorno. É bem pior ir à Índia e não gostar de vegetariano e picante! De qualquer forma, experimentei comer pizza mas eu gosto mesmo é de fazer pizza em casa, em que posso encher só dos ingredientes que eu gosto!
  

Mas, em todas as cidades existem restaurantes únicos por várias razões. Desde o atendimento em que nos tratam como família, a comida feita por chef diplomado ou por cozinheiros que simplesmente nasceram com o dom de cozinhar bem, passando pela decoração, ambiente, localização. Em Milão encontrei dois espaços óptimos, muito díspares, mas muito interessantes para jantar.

O Restaurante argentino El Porteño é esplêndido por tudo o que mencionei anteriormente. O ambiente é intimista, acolhedor, tranquilo, privado. Gostei bastante.

  

Enquanto dizia ao empregado que tinha muita pena por terem vinho de tantos países, excepto Portugal, já tinham chegado umas entradas à mesa. Aqui não brincam em serviço e eu também não.

Comi o variado pão e tostas com o maravilhoso paté, maionese com especiarias e duas mousses de vegetais também com especiarias.

 

Entretanto, vieram as entradas pedidas e o vinho tinto italiano “Castellare di Castelina”, de 2015, que era uma delícia, um vinho bastante agradável, suave mas encorpado e óptimo para acompanhar tudo o que comi.

  

As entradas eram divinais. Como gosto de experimentar e arriscar comidas diferentes, nem olhei para os ingredientes no menu! A primeira entrada era de carne cortada em pequenos pedaços, misturada com croutons, sal e maionese. A segunda entrada era carne fria fatiada, com melão, rúcula, gomos de laranja e azeitonas.

Para o prato principal escolhi um bife ancho, ou seja, um bife de vaca alto, muito tenro e saboroso. O bife vinha acompanhado com salada russa, puré de batata, puré de batata doce, batatas fritas e puré de abóbora. Fiquei regalada e muito satisfeita, tal abade a seguir à refeição!

Mas, depois de degustar tantos sabores fortes, tinha que rematar a refeição com uma sobremesa e um café. Optei por algo leve… um gelado de baunilha, com nozes, suspiros e regado a whisky. Uma viagem ao céu dos doces, que bom! O café veio gentilmente acompanhado de uma árvore de doces em que ofereceram um, mas eu tirei dois!

  

Quando veio a conta fiquei com um bocadinho de azia, mas depressa passou porque valeu muito a pena!

Noutro estilo, mais descontraído e mais acessível em termos de conta final, visitei o espaço EATALY, onde se encontram vários andares com supermercado, alimentos e bebidas gourmet e restaurantes.

  

Eu escolhi o “Il Ristorante del Pesce”, ora não fosse fã incondicional de peixe. Estava bom e foi regado com um vinho tinto suave, o “Dolcetto D’Alba” de 2015.

  

Nos restaurantes italianos o que mais gostei foi de ter sempre azeite na mesa, mas com rótulos diferentes e bonitos. Têm orgulho na sua história e no seu produto e até as fotos da família produtora aparece nos rótulos. Em Portugal só vejo Galos na maioria das garrafas dos restaurantes.

Para finalizar comi um docinho, desta vez um Tiramisu. Foi caro, mas soube-me TÃO bem! Foi perfeito para acabar a refeição.



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